Pior que a Guerra, maior que a Paz
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Um livro valioso e impressionante, que dá a conhecer a história de um dos primeiros dissidentes do regime soviético. Boris Bajanov era secretário de Estaline e poderia ter tido uma ascensão meteórica semelhante à do homem que o veio substituir – Georgui Malenkov –, se não tivesse decidido, no dia de Ano Novo de 1928, abandonar o país para se tornar um dos primeiros denunciadores das práticas estalinistas. Planeando cuidadosamente a sua fuga, Bajanov levou consigo documentos que revelavam segredos do Kremlin. Apesar de perseguido pela organização que viria a dar origem à KGB, conseguiu a partir de Paris passar ao ocidente a mensagem de condenação de Estaline e das suas tenebrosas rotinas.
É uma visão extraordinária de um homem que conheceu como poucos os bastidores do comunismo soviético dos anos 20 e que ajuda a compreender uma realidade ainda pouco conhecida: a ascensão e os abusos de poder de Estaline, a construção da sua máquina burocrática e a eliminação metódica dos seus adversários.
SOBRE O AUTOR
Nascido numa vila ucraniana em 1900, Boris Bajanov estudou em Kiev e em Moscovo, aderindo ao Partido Comunista da União Soviética em 1919. Começou a trabalhar no comité central do partido nos anos 20, tornando-se em Agosto de 1923 secretário de Estaline. Conheceu uma carreira fulgurante graças aos seus talentos organizativos, mas foi precisamente o acesso aos segredos do Kremlin que lhe permitiram repudiar o regime que se estava a impor. No dia 1 de Janeiro de 1928, fugiu do país, atravessando a fronteira persa. A partir de Paris, procurou avisar o mundo ocidental dos perigos do comunismo, tendo por consequência sofrido diversas tentativas de assassinato pelos serviços secretos do governo estalinista. Em 1940, ajudou a recrutar um grupo de soldados russos para defender a Finlândia das forças invasoras de Estaline. No ano seguinte, abordado para ser o gauleiter da Rússia ocupada pela Alemanha, recusou, alegando discordância com a ideologia nazi. Faleceu em 1983 em Paris.
David Doyle nasceu nos subúrbios de Londres em 1924, filho de pais norte-americanos, tendo servido nos exércitos britânico e americano. Foi recrutado pela OSS (Office of Strategic Services) durante a Segunda Guerra Mundial, actuando em França, na Bélgica e na Alemanha. Juntou-se à CIA em 1949, onde integrou a unidade de elite denominada «serviços clandestinos», em operações levadas a cabo em África e no Extremo Oriente. Reformou-se da CIA em 1975. Publicou em 1990 o romance de espionagem An Accurate Watch e, em 2001, contou as suas memórias em True Men & Traitors: From the OSS to the CIA, My Life in the Shadows. Vive em Honolulu, no Havai.
Boris Bajanov e a Condenação de Estaline, de Boris Bajanov
GUERRA E PAZ • FEV 2008 • À VENDA NA BLOOM
Bookmarkers: Livros / Books, Mundo / World, Português, Vida / Life
I Don't Feel Funky [CLICK TO PLAY]
{This song is from 1984 from one of the oldest Portuguese bands nowadays. It comes from a record named "Special Defects" and was their second long playing album. This was almost twenty four years ago. They are still around. A life has passed and we're getting old!}
Bookmarkers: Música / Music, Português, The Greatest
[1] Go to the mails you send him. [2] Forward those mails to me, [3] with my name instead of his.
Bookmarkers: Aprender / Learning, Bloom Exclusives, English, Vida / Life, Vision
THE WHOLE YEAR FOR LESS
This month of March, at the end of the Winter season, we'll have a particular promotion on all calendars and 2008 diaries. They're still very useful. Even if you have lost the first two months they can still track and take note of all the coming days of the year. And why not? Writing your own words and thoughts. That's the best way to remind everything you do in your life. Your memories, the meetings you attend, the groceries you buy. Your travel plans. Whatever!
It's easy. 30% off the original price. Or even a little better if you buy 2 we'll give you 1 for free. It will go until stocks last.
[COME FOR MORE PROMOTIONS — WE'LL TELL THEM SHORTLY]
Bookmarkers: Bloom Exclusives, Buenos Aires, English, Macau, Vida / Life
French cultural movement at large
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During the month of March the Alliance Française de Macao will produce a serie of events that will boost the cultural life of the territory. It starts tomorrow with an exhibition of the chinese artist Anaïs Zhang. Born in 1973 in Zhuhai (China). From 1992 to 1999 she studied at the Guangzhou Fine Art Academy where she obtained a Master in Oil Painting.
She applies paint using a variety of techniques and styles, her sources of inspirations run from the memories of the landscapes and faces she has witnessed during her worldwide travels (Europe, Tibet, Nepal, USA, South Asia) to old European photographs taken by her grandfather-in-law. Check the whole program bellow.
French Speaking Festival - March 2008
Saturday, March 1st, 7 pm • Alliance Française de Macao
Opening of the exhibition of paintings by Anaïs Zhang (March 1st –March 22th):
“La Belle Époque”
Wednesday, March 5th, 8.30 pm • Macau Cultural Centre • Small Auditorium
Live concert with the French Rock Band: Rue d’la Gouaille
Mop 30 [Free for students of the Alliance Française] • BUY TICKETS AT WWW.MACAUTICKET.COM
Thursday, March 13th, 8.30 pm • Alliance Française de Macao
Pancakes evening
Wednesday, March 19th • Alliance Française de Macao
Contest: “La Plume d’or”
[Reserved to students of the Alliance Française de Macao. Please contact us for more information]
CONTACT:
Alliance Française de Macao • 4F Travessa do Bom Jesus • Macau
Tel: 2896 5342 • Fax: 2896 2697 • culture.macao@afchine.org
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O nosso companheiro de viagem por estas adanças do Oriente, Ricardo Palacin Ferreira, passou para um novo patamar na sua já longa e profícua carreira televisiva, tornando-se Director da renovada Sic Radical. É com enorme orgulho que, daqui de longe, vamos dando conta disso. E daqui também, como se lá estivessemos, lhe enviamos um grande abraço. Falo, decerto, por todos os que por cá o conheceram e conviveram com ele.
Bookmarkers: Buenos Aires, Macau, Português, TV, Vida / Life
Once I wanted to be the greatest
No wind or waterfall could stall me
And then came the rush of the flood
Stars of night turned deep to dust
Melt me down
Into big black armour
Leave no trace of grace
Just in your honor
Lower me down
To culprit south
Make 'em wash
The space in town
For the lead and the dregs
Of my bed I've been sleepin'
Lower me down
Pin me in
Secure the grounds
For the later parade
Once I wanted to be the greatest
Two fists of solid rock
With brains that could explain
Any feeling
Lower me down
Pin me in
Secure the grounds
For the lead and the dregs of my bed
I was sleepin'
For the later parade
CAT POWER - THE GREATEST
Bookmarkers: Buenos Aires, English, Sound, The Greatest
Wong Kar-wai was broken hearted when he completed and abandoned is lovelife project "2046". For that he had to travel to USA, from New York to Vegas, and make a road movie. Much in the way of Jim Jarmusch, much like Wim Wenders experienced before, giving hands with Ry Cooder on the same way. If you could hear the silence from the remains of that bitten heart that would be what My Blueberry Nights sung to us through a process of reflections and deep feelings. An observation deck. Along, he picked up Jude Law and the singer Norah Jones and made a perfect clash. A long way to cross the road to the other side and explain what is love about. Simple and daring. Captured with special tenacity where his camera lost half of the frames to create and extend a punch of soft and great emotions. I could be there forever and never come back.
[SEE THE TRAILER HERE] [AND ENJOY THE MAIN SONG BY CAT POWER HERE] [PUT IT LOUD AND COME AGAIN FOR MORE]
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Mais do que nunca a América é objecto de estudo da sociedade moderma, não só como simulacro do avanço da civilização humana mas muito pelo despertar de conflitos internos que se propagam para lá das suas fronteiras. Como se o país, no seu todo, fosse o espólio das contradições e obsessões que põe as capacidades do Homem em questão na sua destreza para enfrentar as credulidades do dia-a-dia. “A Obsessão Antiamericana” é um livro de 2003. «A vida é um cemitério de lucidezes retrospectivas.», diz o autor do livro, Jean-François Revel. Existe em cada era a oportunidade de mostrar um pouco de lucidez, que é menos uma questão de inteligência que de coragem. É preciso chegar a um patamar em que o ponto de observação é vasto e não se obstrui com concepções pre-estabelecidas. «O mistério do antiamericanismo não está na desinformação, pois é fácil obter informação sobre os Estados Unidos, mas sim na vontade de ser mal informado.» Há uma continua vontade de generalizar factos para dar continuação a uma imagem que não funciona de modo autónomo e dizer-se dos americanos e das suas acções para se poder comparar e mostrar o volume do resto do mundo.
Há a questão da ameaça, o jugo que se propõe na figura do "medo" que fez da história dos EUA um pequeno campo de batalha. A América foi sempre olhada com um misto de inveja e de desprezo por todos os países do mundo, em particular pelos países europeus. Sob o pretexto de se ter tornado a única superpotência do planeta, após o descalabro do império comunista, os alicerces dessa realidade criaram muitas vezes ressentimentos irracionais geradores de informações deturpadas e de fobias que decorrem dos fracassos de países que criticam sem cessar os Estados Unidos, atribuindo-lhes frequentemente defeitos apenas imaginários. Gerando um contexto antiamerico geral.
É tentadora a ideia de que o antiamericanismo é um fenómeno recente porque se torna mais fácil encontrar uma justificação e tentar evitar confusões com a xenofobia. Não é também a figura de um presidente que constrói a imagem de uma nação e que faz dela a face de muito do seu descrédito. É mais comum, no entanto, associar o antiamericanismo aos receios da hegemonia, e aí as suas raízes são profundas na Europa, especialmente em França, estando intimamente ligadas à perda de influência mundial que o continente perdeu no século XX e sobretudo ao factor de integração de diferentes faces da raça humana. Ser americano, na verdade, é sempre um pouco de tudo, e ao mesmo tempo não ser nada em concreto e isso paga-se pelas bocas de todo o planeta.
SOBRE O AUTOR
Filósofo, escritor e jornalista, Jean-François Revel, membro da Academia Francesa, morreu, aos 82 anos, em Abril de 2006. Figura da direita intelectual, anticomunista e ateu, Revel, nascido em 19 de Janeiro de 1924, em Marselha, estudou Filosofia na Escola Normal Superior e, a partir dos anos cinquenta, desenvolveu uma dupla carreira literária e jornalística. Deu aulas na Argélia (1947-1948), depois no México e em Florença, antes de regressar a França. Em 1963, abandona a universidade, dedicando-se totalmente à literatura e ao jornalismo. Inicialmente conotado com a esquerda, dirige as páginas literárias do France Observateur, de 1960 a 1963. Foi também conselheiro das edições Julliard e Robert Laffont, e fundou uma colecção na editora Pauvert.
A Obsessão Antiamericana, de Jean-François Revel
BERTRAND EDITORA • ENSAIOS E DOCUMENTOS • 2003
Bookmarkers: Escritores / Writers, In Bloom, Livros / Books, Mundo / World, Português
My Little Dead Dick is the visual diary of photographers Madi Ju of China and Patrick Tsai of the USA. They got together last year, when they both traveled to Macau in order to meet face-to-face after a month of intense internet correspondence. After nine days, they went back to their own countries, quit their jobs, settled their accounts, and said good-bye to their friends and loved ones to pursue their dreams of a life spent together taking photos. This issue is coming out like right on their one-year anniversary, so we asked them for photos from their first nine days together to commemorate it. That's what you can see here in these photos. True love in bloom. It makes us feel not so cold and sad for a little while.
[ONLY ON VICE MAGAZINE]
Bookmarkers: English, Macau, Magazines, Noise, Photography, Poem, Vida / Life
Na edição de Segunda-feira do Tai Chung Pou vale a pena ler uma reportagem sobre Chung Wah Chow, autora do guia turístico da Lonely Planet de Hong Kong e Macau. Em intermináveis passagens pelo território a autora veio à procura da verdadeira identidade de Macau, tentando mostrar o que vive para lá dos traços sinuosos do Jogo. Licenciada em Direito pela Universidade de Hong Kong e activista ambiental, Chung Wah Chow, apresenta toda esta mistura de culturas e de imagens contrastantes. Na cara das pessoas e na face do urbanismo que se transforma da noite para o dia. Razão pela qual um guia para um local como este se torna rapidamente efémero. A 13a. edição do Lonely Planet foi lançado este mês de Fevereiro e dedica 50 páginas à mais pequena das RAE's.
[TEXTO DO TCP DE ALEXANDRA LAGES]
Bookmarkers: Editoras / Publishers, Macau
Este é o livro de etiqueta e valorização pessoal para quem pretende juntar a elegância da tradição a um estilo de vida moderno. Escapando das grandes marcas cujo prestígio se paga muito caro, é possível para um homem apresentar-se elegante e sofisticado recorrendo ao estigma da relação preço/qualidade. A Zara apresenta-se com o paradigma dessa escolha. Defendendo o estilo clássico do «cavalheiro», aqui se esclarecem códigos, as normas da indumentária masculina, e as exigências da sociedade sempre atenta a estas questões. Através de uma linguagem clara, explica-se o que se deve usar, quando e porquê, esclarecendo-se todas as expressões que definem um estilo, como metrossexual, dandy, street wear, etc.
Este livro é dirigido a homens ditos «clássicos», mas modernos, actualizados, a homens cosmopolitas, sofisticados, que fazem das cidades o seu mundo, práticos, pragmáticos e exigentes com eles próprios, ilimitados, que gostem de sonhar, de lutar e de vencer, que também saibam perder, que saibam contornar a frustração das suas próprias expectativas, que sejam apaixonados pela vida e por tudo o que esta lhes proporciona; que gostam de dançar, cantar, rir e pular sem nunca se cansar. É para homens que gostam de dar nas vistas veladamente, pela discrição e simplicidade, que gostam de impressionar e seduzir com a primeira imagem, pela primeira impressão, aliado sempre a um charme muito próprio e pessoal, natural e inconfundível e que, a par da educação, fazem da indumentária o cartão-de-visita da sua própria personalidade, que conduzirá, naturalmente, à vitória dessa «tal» segunda batalha, e o tão esperado final da guerra avizinhar-se-á, também ele, glorioso. É para homens com códigos, valores, metas, que sabem o que querem, que gostam de marcar o seu tempo e o seu espaço, que têm como lema «uma boa imagem é melhor do que mil palavras» e que vivem, sobretudo, da sua imagem, quer no campo pessoal ou profissional.
SOBRE O AUTOR
João Pedro Wanzeller nasceu a 7 de Setembro de 1970. Cursou Gestão de Recursos Humanos e Psicologia do Trabalho no ISLA. Começou a trabalhar em 1990 como designer e criativo em agências de publicidade. Em 1992, integrou a primeira equipa do Centro Cultural de Belém/Fundação das Descobertas. Fez uma especialização em Imagem e Valorização Pessoal em Londres e Nova Iorque e, em 1999, integrou o quadro da companhia de aviação Euro Atlantic Airways, onde se manteve até 2006 como chefe de cabine e instrutor de valorização pessoal, protocolo e etiqueta, passando em 2007 a exercer funções de responsável de marketing, comunicação e imagem. Lecciona etiqueta e protocolo em algumas escolas de manequins e é responsável pela assessoria de imagem, como freelancer, de algumas empresas em Portugal.
É co-autor do romance Sabes, Meu @mor, com Ana Paula Almeida (Dom Quixote, 2006).
O Diabo Também Veste Zara, de João Pedro Wanzeller
GUERRA E PAZ • 2008 • EM BREVE A VESTIR-SE TAMBÉM NA BLOOM
Bookmarkers: Aprender / Learning, Livros / Books, Português, Vida / Life
Quando alguém tem a audácia de abrir uma livraria com livros em português, numa das zonas mais belas de Macau e mesmo assim das menos frequentadas por portugueses, como é o Largo do Pagode do Bazar, quem se atreve a oferecer cultura e a perfumar a terra dos casinos com o cheiro a livros, merece que lhe tiremos o chapéu.Deixamos aqui deste posto mais um agradecimento, desta vez ao Leocardo pelas suas palavras de apreço e pela referência à Bloom, foi no seu Bairro do Oriente e quase que nos iam escapando.
Muito obrigado!
Bookmarkers: Buenos Aires, In Bloom, Macau, Vida / Life
Acompanhar as nossas crianças na descoberta das imagens não é uma escolha, é uma necessidade. As crianças estão mergulhadas cada vez mais cedo nos livros, nos cartazes publicitários e, claro, na televisão. E quer os pais falem ou se calem, é sempre a partir das suas reacções que as crianças constróem as sua referências.
A criança é hoje convidada, praticamente desde a infância, a ver essas imagens: a publicidade que a cerca, as revistas que folheia sem ainda saber ler, os ecrãs de televisão e os jogos vídeo. E é convidada a ir buscar às imagens soluções para a sua vida quotidiana. Estas tornam-se suporte de modelos que entram em competição permanente com os dos pais. Mas estes conservam um poder considerável: é sempre a partir das suas reacções que a criança instala os seus primeiros pontos de vista.
Mas como reagir? Até onde é que as interdições e a obediência pedidas à criança favorecem os seu desenvolvimento e a partir de quando lhe causam prejuízo? E como evitar o pior das imagens, utilizando-as para o melhor?
Como ajudar os pais a preencher adequadamente este papel essencial? Serge Tisseron responde às questões de Brigitte Canuel, que se põem a todos os pais. Do ventre materno à adolescência, do álbum de fotografias de família aos jogos de vídeo, da violência televisiva à primeira sessão de cinema, como proteger as crianças sem defraudar sua curiosidade?
Este guia não se contenta com dar uma lista de respostas, propõe também pistas - e chamadas de atenção - para que os pais e as crianças aproveitem, em conjunto, as imagens. Porque as imagens são para pais e filhos uma ocasião formidável de estar próximos.
SOBRE O AUTOR
Psiquiatra e psicanalista, Serge Tisseron trabalha desde há 20 anos sobre as nossas relações com as imagens. É autor de numerosas obras, entre as quais Tintin no Psicanalista (Aubier e, em Portugal, Bertrand) e Le Bonheur des Images (Les empêcheurs de penser en rond). É igualmente autor de bandas desenhadas, nomeadamente de Diário de um Psicanalista.
Manual para Pais Cujos Filhos Vêem Demasiada Televisão, de Serge Tisseron
EDIÇÕES 70 • PUBLICADO EM FINAIS DE 2007 • BREVEMENTE DISPONÍVEL NA BLOOM
Bookmarkers: Aprender / Learning, Escritores / Writers, Livros / Books, Português, Vida / Life
OCTOBER 2007 ISSUE • FROM READINGS SECTION • PAGE 22
[Grooming]You can find Harper's every month at Bloom. For an year subscription you save 25% off from the cover price of 75 patacas. Every article is worth reading. Don't shave anymore and devote your ten days free reading this awesome magazine.
Red Beard
The story of our beards is very simple. We didn't have any razor blades. When we found ourselves in the middle of the wilderness, up in the Sierra, we all just let our beards and hair grow, and that turned into a kind of badge of identity. For the campesinos, for the press, for the reporters – we were los barbudos, the bearded ones. It had its positive side: in order for a spy to infiltrate us, he had to start preparing months ahead of time. Later, with the triumph of the Revolution, we kept our beards to preserve the symbolism. The only disadvantage is that white hairs show up first in our beard. Some of the men cut their beards the minute the white hairs started to show, because you could hide your age better without a beard than with one. Besides that, a beard has a further practical advantage: you don't have to shave every day. If you multiply the fifteen minutes you spend shaving every day by the number of days in a year, you'll see that you devote almost 5,500 minutes to shaving. An eight-hour day of work consists of 480 minutes, so if you don't shave you gain about ten days you can devote to work, to reading, to sports, to whatever you like. Not to mention the money you save in razor blades, soap, aftershave, and hot water.
BY FIDEL CASTRO
[from Fidel Castro: My Life, a book of interviews with the Cuban president by Ignacio Ramonet, forthcoming from SCRIBNER. Ramonet is editor in chief of Le Monde Diplomatique. Translated from the Spanish by Andrew Hurley.]
Bookmarkers: Buenos Aires, English, In Bloom, Taste it, The Greatest
Jean-Clet Martin, filósofo, é o autor do saboroso “100 Palavras do Erotismo”, uma longa reflexão em cem capítulos, sobre os grandes conceitos, emoções, tabus e fetiches historicamente associados ao erotismo e ao modo com o entendemos e incorporamos na nossa vida quotidiana. E que não se pense que se trata de uma obra ligeira e picante. Estamos sim perante um texto rigoroso e sério, com uma forte sustentação filosófica e histórica, que nunca se torna aborrecido para o leitor. Da mesma editora e com inegável oportunidade, acaba de ser lançado o ensaio “Nacionalismo”, de Anthony D. Smith, que analisa o modo com o nacionalismo se transformou, nos dois últimos séculos, num conceito central do pensamento e do debate político, tendo estado na origem de terríveis convulsões políticas e sociais.
Este livro, para saborear, constitui um percurso amoroso, no qual cada palavra, em vez de explicar o erotismo, fá-lo existir, sentir, vibrar.
Não se trata de o compreender, mas de o gozar, entrar no labirinto do erotismo, composto de embriaguês e de sedução, de encanto e de graça. Cada palavra, em si própria, é um estremecimento, um arrepio da alma, uma carícia ou uma aprendizagem das práticas do prazer.
A leitura deste livro levar-nos-á a celebrar Afrodite, fazendo-nos esquecer os mecânicos e assépticos Viagra.
Um verdadeiro hino ao prazer, ao amor e à vida.
ERECÇÃO100 Palavras do Erotismo, de Jean-Clet Martin • TEOREMA
A erecção é uma ascensão celeste de que se serviam os Babilónios para entrar em rivalidade com Deus, dirigindo para o céu uma torre enorme a fim de conquistar a sua altura e poder. A erecção erige, eleva acima da superfície uma escada capaz de subir sem parar até um ponto de vista superior que nos solta do mundo. A sua espiral é um cordão umbilical, um lugar de passagem que nos permite contemplar as estrelas e instalar um observatório que de tão longe prefigura já o nosso desejo de conquista espacial. [...]
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Play is a one-act play by Samuel Beckett. It was written between 1962 and 1963 and first produced in German as Spiel on 14th June 1963 at the Ulmer Theatre in Ulm-Donau, Germany, directed by Deryk Mendel, with Nancy Illig (W1), Sigfrid Pfeiffer (W2) and Gerhard Winter (M). The first performance in English was on 7th April 1964 at the Old Vic in London.
M: Looking for something. In my face. Some truth. In my eyes. Not even.SYNOPSIS
[Spot from M to W2. Laugh as before from W2 cut short as spot from her to M.]
M: Mere eye. No mind. Opening and shutting on me. Am I as much...
[Spot off. Blackout. Three seconds. Spot on M.]
...as I much as... being seen?
[Spot off M. Blackout. Five seconds. Faint spots simultaneously on three faces. Three seconds. Voices faint largely unintelligible.]
W1: Yes, strange... darkness best... and the darker... the worse.
W2: [Together] Yes, perhaps... a shade gone... I suppose... some might say.
M: Yes, peace... one assumed... all out... all the pain.
[Repeat play.]
M: [Closing repeat.] Am I as much as... being seen?
[Spot off M. Blackout. Five seconds. Strong spots simultaneously on three faces. Three seconds. Voices normal strength.]
The curtain rises on three identical grey funeral “urns”, about three feet tall by preference, arranged in a row facing the audience. They contain three stock characters. In the middle urn is a man (M). To his right is his wife (W1) or long-time partner. The third urn holds his mistress (W2). Their “faces are so lost to age and aspect as to seem almost part of the urns.”
At the beginning and end of the play, a spotlight picks out all three faces and all three characters recite their own lines, in what Beckett terms a "chorus"; the effect is unintelligible. In the main though the play is made up of short, occasionally fragmented sentences spoken in a “rapid tempo throughout which in his 1978 rehearsals helikened to a lawn mower – a burst of energy followed by a pause, a renewed burst followed by another pause.” Beckett wrote each part separately, then interspersed them, working over the proper breaks in the speeches for a long time before he was satisfied.
[INFO SOURCE WIKIPEDIA] [WAIT FOR MORE ON 'PLAY' HERE]
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OCTOBER 2007 ISSUE • FROM FINDINGS SECTION • PAGE 120
Health experts continued to be concerned about the early onset of puberty, particularly among girls; chemical pollution was mentioned as a likely culprit, as was the growing number of families without live-in father, who emit chemical signals that inhibit their daughters' sexual development. Crystal methamphetamine use among young adults was on the rise; users tend to be white, male, Western, and poor, and they tend to have incarcerated fathers. Young adults who drink malt liquor are more likely to develop drinking problems; they're also more likely to smoke pot. Binge drinkers prefer beer. Researchers concluded that 40 percent of deaths worldwide are caused by pollution. There were reports of mahjong-induced epilepsy in China, and a lamb was born in New Zealand with seven legs. A health expert warned that humans are not fit for human consumption.
[NEXT ISSUE OF HARPER'S IS DUE TO ARRIVE TOMORROW AT BLOOM, RUN WHILE IT LASTS!]
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Everyday objects in an all-new, extraordinary way!
Every day we use dozens of small objects, from teabags to paper clips to tweezers. If they work well, the chances are we don’t pay them much attention – but life would be unthinkable without them. Although modest in size and price, these objects are true masterpieces of design.
This visual feast portrays one hundred fabulous objects, from bubble wrap to Zippo. Brief, informative descriptions accompany stunning photographs of each object, detailing the little-known history of some of our favourite things.
DID YOU KNOW:
• That M&Ms were used by soldiers going into battle who needed a quick pick-me-up (hence their durable sugar coating)?
• That the amount of wire used to make Slinkys since 1943 could wrap around the earth 126 times?
• That Salvador Dalí designed the famous daisy pattern on Chupa Chups lollipops?
ABOUT THE AUTHOR
Paola Antonelli is a curator in the department of Architecture and Design at the Museum of Modern Art in New York and was recently rated as one of the top one hundred most powerful people in the world of art by Art Review.
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Humble Masterpieces: 100 Everyday Marvels of Design, by Paola Antonelli
THAMES AND HUDSON • PAPERBACK WITH FLAPS • 216 PAGES • FIRST PUBLISHED 2006 • AVAILABLE NOW!
Bookmarkers: Design, English, In Bloom, Livros / Books, The Greatest
What's the most dangerous animal that has ever lived?This information and many others are available on The Book of General Ignorance. It can be found at Bloom. It's a hardcover with 290 pages that will cost you 215 patacas. Come and get one. Over 500,000 copies were sold around the world, 1 for every 90 thousand people that died of a mosquito bite.
Half the human beings who have ever died, perhaps as many as 45 billion people, have been killed by female mosquitoes (the males only bite plants).
Mosquitoes carry more than a hundred potentially fatal diseases including malaria, yellow fever, dengue fever, encephalitis, filariasis and elephantiasis. Even today, they kill one person every twelve seconds.
Bookmarkers: English, Livros / Books, Mundo / World
