A paternidade nos livros

A 101 Noites foi à procura da paternidade que se escreve, aquela que saltou para os livros e assim se perpetuou. Descobriu que o Pai, em todas as suas formas, ocupa lugar de destaque na literatura do mundo e nos livros de todos os tempos. Assume diferentes contornos em momentos distintos e a paternidade é variada. Homero entende-a de uma forma, Marie Darrieussecq de outra, e isso não espanta.
A diversidade consegue ser unânime quando se chega ao principal: independentemente do papel de conselheiro, protector, repressor ou ausente, o Pai de quem escreve surge nas folhas dos livros como o gerador da vida humana e é nesta condição que tem merecido um lugar de destaque na criação literária.
A editora explica que “demonstrando o papel preponderante desta figura no nascimento, desenvolvimento e evolução humanas,” estão reunidos “assim neste volume os mais belos textos literários sobre o Pai que, sob os mais diversos estilos, escolas literárias ou intenções, nos dão a conhecer alguns dos inúmeros significados que a paternidade pode ter.”
Porque amanhã é 19 de Março, aqui fica “Pai, Uma Antologia Literária”. O Pai por Homero, Shakespeare, Goethe, La Fontaine, Balzac, George Sand, Eça de Queirós, António Nobre, Alexandre O´Neill, Robert Lowell, José Agostinho Baptista, Luiza Neto Jorge, Marie Darrieussecq e José Luís Peixoto.
A Bloom associa-se a esta marca do calendário e lembra que com as palavras também se protege, ama, homenageia.
“Pai, Uma Antologia Literária”, é uma edição da “colecção fragmentos”, para ler em voz alta ao longo do ano inteiro.

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